FICHA DE INSCRIÇÃO

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Proposta de Redação.
 

      A partir da leitura dos seguintes textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo –argumentativo em norma padrão de Língua Portuguesa. Selecione, organize e relacione argumentos, fatos, opiniões para defender seu ponto de vista, sem ferir os direitos humanos.

Leia atentamente as instruções a seguir:

- Leia com atenção todos os textos que serão estímulos para sua reflexão;

- escolher somente um dos temas propostos;

- O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado;

- O texto definitivo deve ser escrito a tinta, na folha própria;

- A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderando para efeito de correção.

Receberá nota zero (“0”), em qualquer das situações a seguir, a redação que:

- tiver até 20 (VINTE) linhas escritas, sendo considerado “texto insuficiente”;

- fugir ao tema  que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.

- apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.

Tema I

Texto 1

 

    Por que essas criaturas existem?

    Ninguém nasce com um “gene de Bullying”. Isso não é um defeito de fabricação Normalmente, o chamado “agressor” começa com atitudes ruins desde criança. “Um exemplo é o  caso da criança que fala palavrão, todo mundo acha bonitinho e ninguém impõe limites”, aponta a pedagoga Karen Kaufmann. Quando ele se torna adolescente, leva suas “brincadeirinhas” de mau gosto na bagagem e atinge seus colegas da mesma idade.

    “O agressor impõe o seu comportamento dentro do grupo e, com isso, atrai seguidores que passam a fazer maldades também. Desta forma, se estourar algum problema, o líder joga a responsabilidade  dos seus atos para cima dos outros e, ao mesmo tempo, diminui seu peso na consciência”, explica Aramis. “Muitos garotos e garotas, por iniciativa própria, não fariam tantas maldades. Mas, para pertencer a um determinado grupo, acabam seguindo os passos do líder”, acrescenta o especialista.

     Portanto se você encontrar uma turminha do mal como essas por perto, deixe-a para lá. O ditado “Não faça com os outros o que você não gostaria que lhe fizessem” é muito importante.

Lembre-se sempre dele.

MERCATELLI, Veridiana. Bullying. Não tem a menor graça!

Disponível em: http://atrevida.uol.com.br/beleza-gente/126/artigo5055-2.asp.

Acesso em: 23 maio 2011 – (fragmentada).

Texto 2

 

    (...)”A escola que afirma não ter bullying não sabe o que é ou está negando sua existência”, diz o pediatra Lauro Monteiro Filho, fundados da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). O primeiro passo é admitir que a escola é um local passível de bullying. Deve-se também informar professores e alunos sobre o que é o problema e deixar claro que o estabelecimento não admitirá prática.

    “A escola não dever ser apenas um local de ensino normal, mas também de formação cidadã, de direitos e deveres, amizade, cooperação e solidariedade. Agir contra bullying é uma forma barata e eficiente de diminuir a violência entre estudantes e na sociedade”, afirma o pediatra.

 

Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-como-evitar-610519.shtml. Acesso em 04 de agosto de 2014. (adaptado)

 

Texto 3

 

“Acho importante os pais, sempre que possível, levantarem questões, perguntar o que os filhos acham das situações de bullying, e, a partir daí, propor reflexões.”

 

Sonia Makaron, psicanalista. Disponível em: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0.,EM1230652-15153,00.html

Acesso em  14 maio 2011 (fragmento).

 

Com base na leitura dos textos, redija uma dissertação argumentativa sobre o tema:

Bullying na sociedade brasileira: como combater essa prática?

 

Tema II

Texto 1

 

    Crianças e jovens: os alvos mais vulneráveis.

    As mensagens publicitárias geralmente trazem pouca informação, objetiva que ajude o consumidor a tomar decisões bem fundamentadas. Na maioria dos casos, existe um apelo para os aspectos mais vulneráveis das pessoas: o desejo de ser atraente e aceito pelos demais ou mesmo o medo da infelicidade e da doença, fazendo-nos sentir imperfeitos, incompletos, insatisfeitos. Os anúncios nos oferecem a solução par todos os males: consumir. Comprando este ou aquele produto ou serviço, seremos bonitos, queridos, felizes, etc. Assim, em toda publicidade há sempre um ingrediente de sedução, que nos faz sentir falta ou desejar algo que, possivelmente, jamais pensaríamos em comprar.

    Uma pesquisa elaborada pela Consumers Internacional, em 1996, em 13 países ricos comprovou que, por serem menos capazes do que os adultos de compreender as verdadeiras intenções da publicidade ou de captar suas estratégias de persuasão, as crianças estão mais sujeitas a adquirir hábitos de consumo prejudiciais à saúde.

    No Brasil, a situação é critica: as crianças passam em média seis horas por dia assistindo televisão – mais tempo do que dedicado à escola ou às brincadeiras com os amigos. Durante esse período, ficam expostas a todo tipo de mensagem publicitária. Frequentemente os produtos destinamos a elas são anunciados por apresentadores famosos de programas infantis, o que aumenta a influencia sobre atitudes e gostos, ajuda a criar falas necessidades e estimula  o consumismo.

 

CONSUMO sustentável: manual de educação.

Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/publicacao8.pdf.

Acesso em: 7 maio 2015.

 

Texto 2

 

Eu, etiqueta

Carlos Drummond de Andrade

   

    Em minha calça está grudado um nome que não é meu de batismo ou de cartório, um nome ... estranho.

Meu blusão traz lembrete de bebida que jamais pus na boca, nesta vida.

    Em minha camiseta, a marca de cigarro que não fumo, até hoje não fumei.

    Minhas meias falam de produto que nunca experimentei mas são comunicados a meus pés.

    Meu tênis é proclama colorido de alguma coisa não provada por este provador de longa idade.

    Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro, minha gravata e cinto e escova e pente, meu copo, minha xícara, minha toalha de banho e sabonete, meu isso, meu aquilo, desde a cabeça ao bico dos sapatos são mensagens, letras falantes, gritos visuais, ordem de uso, abuso, reincidência, costume, hábito, premência, indispensabilidade, e fazem de mim homem-anuncio itinerante, escravo da matéria anunciada.

    Estou, estou na moda.

    É doce estar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade, trocá-la por mil, açambarcando  todas as marcas registradas, todos os logotipos do mercado (...).

 

Texto 3

 

Experiência 

 

    Quando, na publicidade, o assunto é jovem, o conceito de experiência é a alma do negocio. Por isso, as grandes marcas martelam seus valores em comerciais para depois convidarem o jovem a experimenta-los em megaeventos de cultura, esporte e interação (ou, de preferencia, de tudo isso junto) patrocinados por elas.

    “A comunicação tradicional, de um bom filme publicitário, não é mais tão importante. Esses eventos, que promovem experiências com a marca, acontecem em ambientes que os jovens estão muitos expostos aos produtos”, explica Robic. “Na hora de optar, o jovem preferirá o produto cuja marca lhe proporcionou uma experiência positiva.’

    Ou seja, todo mundo quer ficar bem na fita com o jovem para arrematar mais consumidores e, o melhor, aquele que ainda têm uma vida inteirinha pela frente para comprar, comprar e comprar.

 

 

Vazio

    A construção desse mundo de fantasia, onde é perfeito, atraente e pisca por todos os lugares para onde o jovem olha, produz diferentes opiniões entre a juventude. Há quem adore o colorido da publicidade. Há quem desconfie, atento a seu poder manipulador.

    “O principal efeito da pressão pelo consumo, sobretudo a que se utiliza de imagens da juventude ligadas à rebeldia e à transgressão, é produzir entre os jovens um enorme conformismo, já que não há nenhum gesto de rebeldia que não seja transformado em norma pela publicidade. De conformismo a uma certa depressão, é só um passo. Muitos jovens, hoje, queixam-se de vazio, de falta de perspectivas”, avalia a psicanalista Maria Rita Kehl. “O espaço para manifestação da rebeldia jovem reduz-se à escolha da grife, da cerveja, do carro: atos de compra. O jovem contestador  é um segmento do mercado, como os mauricinhos de shopping entre e os viciados em vídeo game. Parece que todas as escolhas de vida convertem para o shopping center: O que muda é a marca que você vai escolher.”

 

Fonte: MENA, Fernanda. Folha de S. Paulo. Disponível em http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_noticias/consumo/id271003.htmil# . Acesso em 23 mar.2015  (fragmentado)

 

 

Com base na leitura dos textos, redija uma dissertação argumentativa sobre o tema:

Consumismo: um novo desafio a ser enfrentado na sociedade contemporânea.

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